jueves, 26 de mayo de 2011

Semifinal Copera Noite, Peñarol vs Velez Sarfield

Peñarol-Vélez, o mordomo partido
Neste dia será disputada a primeira partida semifinal entre Peñarol e Vélez, no Estádio Centenário, em Montevidéu, no âmbito da Taça Santander Libertadores. Ambas as instituições já sabe o que é começar o torneio até nas Américas. Descrevemos e analisamos abaixo ambas as instituições desportivas, como hoje pré-jogo.

Velez Sarfield-Em 01 de janeiro de 1910, na casa de Nicolas Marin Moreno, formalizou a criação do Club Atlético Vélez Sarsfield Argentinos. O primeiro presidente foi nomeado Luis Barredo e foram divididos em duas equipes: uma terceira e uma quarta divisão. Em 1913, admitiu 10 novos membros, incluindo José Amalfitani, e em uma reunião do Comitê Gestor decidiu encurtar o nome de Club Atlético Vélez Sarsfield. Em 14 de maio do ano seguinte, a camisa é feita tricolor oficial, listrada de vermelho, branco e verde. Hoje, a camisa azul é um V, com uma blusa branca.
Com o passar do tempo se tornou uma instituição em atividades esportivas, culturais e educacionais no país. Seu lema "Desporto e Cultura" alcançou difusão justifica. Cerca de 28.000 membros que pagam uma mensalidade de 10 dólares norte-americanos gozam os seus campos de jogo e ginásios, onde podem jogar 30 esportes. Seu registro inclui: 1968 Torneio Nacional, Clausura 93 ', abrindo 95', Clausura 96 ​​', Clausura 98', Clausura 05 ', Clausura 09': Segunda Divisão: Nacional 43 ', Copa Internacional, Libertadores 94', Intercontinental 94 ', 96 americanos' Recopa Sudamericana, 97 '96 Super.

Peñarol "Esta instituição foi fundada em 28 de setembro de 1891 sob o nome de CURCC, embora em linguagem popular simepre foi chamado a forma como é hoje. Suas cores amarelo e bastões para necgro são retirados da locomotiva Rocket e representante do sindicato ferroviário em geral. Seu nome deriva da cidade italiana chamada Pinerolo, região do Piemonte, e tensão o nome atual foi popular. Ceunta atualmente cerca de 40.000 membros ativos, um recente complexo de alto desempenho e não tem estádio próprio no presente. Esta instituição esportiva se interessou em vários esportes, mas que tem sido caracterizado fortemente no futebol, onde estão a apresentar os prêmios. Peñarol conquistou o país: 48 campeonatos uruguaios, 2 cinco anos e 12 mini-ligas internacionais, marcou: 5 Libertadores da América, 3 Intercontinental, entre outros ...

Podemos ver que ambas as equipas são vencedores de títulos importantes, embora a trajetória de ambos é diferente. Por um lado isso Vélez ainda não considerada como uma grande figura da Argentina, e com um grupo social que não é muito extensa, mas é muito bem organizado, sua sustentação principal são divisões da juventude, permitindo que o clube financiados e reinvestir o produto da venda de jogadores no exterior, e, claro, acompanhado de uma gestão profissional administrativo. Por outro lado é o Peñarol, do Uruguai, a maior instituição desde a sua criação, impulsionada por suas profundas raízes populares no país, ex-estrela da Copa Libertadores, que neste últimos internacional enfraqueceu recentemente devido a uma melhor organização dirigencial, está aumentando a massa de parceiros que ainda não está de acordo com a quantidade de adeptos que têm, estão começando a trabalhar e parecem relevantes juventude, e gradualmente crescem principalmente institucional. Tçitulo último campeão uruguaio, e sua grande participação na Libertadores deste ano deram credibilidade à classe dirigencial.

entidades esportivas têm um motivo para ter vindo a ser, hoje, entre as quatro melhores equipes da América, em um sonho de muitos.
Um confronto que promete diversão, paixão, fricção, argumentos, alegria, tristeza, cabalas e andar ... mais Estadio Centenario em que será preenchido (60.000 pessoas), palpitações um jogo de futebol nova entre Uruguai e Argentina, com a batida dos tambores, bandeiras e confetes e fogos de artifício, foram medidos em uma nova noite da Copa ..

Fonte: Vélez Web Oficial, Peñarol, Wikipedia
Assinatura: frme

Noche de Semifinal copera, Peñarol vs Vélez Sarfield

Peñarol-Vélez, duelo copero
En la presente jornada se disputará el primer partido de semifinal entre Peñarol y Vélez, en el estadio Centenario, de Montevideo, en el marco de la Copa Santander Libertadores de América. Ambas instituciones ya saben lo que es obtener el torneo máximo del continente americano. Describimos y analizamos ambas instituciones deportivas a continuación, como previa del partido de esta noche.


Vélez Sarfield- El 1º de enero de 1910, en la casa de Nicolás Marin Moreno, se formalizó la fundación del Club Atlético Argentinos de Vélez Sarsfield. El primer presidente designado fue Luis Barredo e integraron dos equipos: uno de tercera y otro de cuarta división. Hacia el año 1913, ingresan 10 nuevos socios, entre ellos José Amalfitani, y en una reunión de Comisión Directiva deciden abreviar el nombre a: Club Atlético Vélez Sársfield. El 14 de mayo del año siguiente, queda oficializada la camiseta “tricolor”, de rayas verticales con los colores rojo, blanco y verde. Hoy en día, su camiseta es una V azulada, con camiseta blanca.
Con el correr del tiempo se ha convertido en una de las instituciones deportivas, culturales y educacionales más importantes del país. Su lema "Deporte y Cultura" ha alcanzado justificada difusión. Cerca de 28.000 socios que pagan una cuota mensual de 10 dólares americanos disfrutan de sus campos de juego y sus gimnasios, donde pueden practicar 30 disciplinas deportivas. Su palmarés se compone de: Torneo Nacional 1968, Clausura 93', Apertura 95', Clausura 96', Clausura 98', Clausura 05', Clausura 09'; Segunda División : Nacional del 43'; Copas Internacionales: Libertadores 94', Intercontinental 94', Interamericana 96', Supercopa 96', Recopa Sudamericana 97'.

Peñarol- Esta institución fue fundada el 28 de setiembre de 1891, bajo la denominación del C.U.R.C.C., aunque en la jerga popular simepre se denominó de la forma en la que se hace hoy en día. Sus colores a bastones amarillo y necgro son tomados de la locomotora Rocket, y representativos del gremio ferroviario en general. Su nombre deriva de la ciudad italiana llamada Pinerolo, de la región de Piamonte, y por deformación popular quedó el nombre actual. Ceunta actualmente con cerca de 40.000 socios activos, un reciente Complejo de Alto Rendimiento y no posee Estadio propio en el presente. Esta institución deportiva ha incursionado en varia disciplinas deportivas, pero en la que se ha destacado de sobremanera ha sido en fútbol, en donde a continuación expondremos su palmarés. Peñarol ha obtenido a nivel nacional: 48 campeonatos uruguayos, 2 Quinqueños  y 12 liguillas; a nivel internacional obtuvo: 5 Libertadores de América, 3 Intercontinentales, entre otros...

Podemos ver que ambos clubes son ganadores de los títulos más importantes, aunque la trayectoria de ambos es diferente. Por un lado esta Vélez que aun no se lo considera como un cuadro grande de Argentina, y con una masa social que no es muy extensa, pero que esta muy bien organizado, su principal sustento son las divisiones juveniles, que permiten al club financiarse y reinvertir sus ingresos por la venta de jugadores al exterior, y por supuesto acompañado de un manejo administrativo profesional. Por otro lado está Peñarol, una institución grande del Uruguay desde sus orígenes, impulsado por sus profundas raíces populares en el país, antiguo protagonista de las copas Libertadores, que en el presente reciente ha perdido fuerza a nivel internacional, recientemente gracias a una mejor organización dirigencial, se está aumentando la masa de socios que aun no condice con la cantidad de simpatizantes que posee, se están empezando a trabajar y aparecer juveniles de relevancia, y poco a poco a crecer institucionalmente fundamentalmente. El último tçitulo de campeón uruguayo, y su gran participación en esta edición de la Libertadores le han dado credibilidad a su clase dirigencial.

Instituciones deportivas que tienen un porqué de haber llegado a estar hoy por hoy, entre los cuatro mejores equipos de América, en un sueño de muchos.
Un choque que promete entretenimiento, pasión, fricciones, discusiones, alegrias-tristezas, cábalas y anda mais... en un Estadio Centenario que estará colmado (60.000 personas), palpitarán un nuevo partido de fútbol entre uruguayos y argentinos, al ritmo de bombos, banderas, papel picado y juegos de artificio, se medirán en una nueva noche de Copa...


Fuente: Web oficial de Vélez, Peñarol, Wikipedia
Firma: frme




















miércoles, 25 de mayo de 2011

The economic side of the Andean Region

Andean Region
''The experts from the Ministries of Finance and Central Banks of the countries of the Andean Community stated that the economic projections for this year indicate a further economic recovery, with growth rates exceeding 3%.
At the subregional meeting held on 14 and April 15 in Lima, at the headquarters of the General Secretariat of the Andean Community, experts estimated that the growth of the Andean economies in 2011 is somewhere between 3.5% to 7.0% for Developing Countries CAN members, and between 5.5% and 6.5% for Chile.
"This dynamic is presented in a climate of global economic recovery, as the industrialized countries would have a growth of 2.4% this year according to the International Monetary Fund, as well as volatility in international financial markets," they said.
At the subregional level, in 2010 Peru grew 8.8%, followed by Colombia with 4.3%, then Bolivia and Ecuador, with 4.1% and 3.6% respectively, thus marking its recovery after a year of low growth in 2009 as a result of the impacts of international crisis.
"The growth in Peru was associated with expansion of domestic demand (private consumption growth and recovery of private investment), in Colombia due to the recovery of world economy (high prices for raw materials contributed to export growth and the vast resources of FDI) in Bolivia domestic demand recorded a higher incidence of output growth (private consumption behavior and the remarkable rise in public and private investment) and Ecuador was driven by the non-oil sector and public infrastructure investment, "they said.
As regards inflation, the Andean countries have seen an increase in relation to what happened in 2009. Thus, in 2010, Bolivia reported a rate of 7.2%, 3.3% Ecuador, Colombia and Peru about 3.2% to 2.1%, which was due to imported inflation (by increasing international prices of food and imported fuels) and domestic factors (supply shocks such as weather that affected food production), and in the case of Bolivia to a transient capping fuel prices.
As for the Public Sector Fiscal Balance (NFPS), in 2010 the Andean countries had deficits (Colombia had a deficit of 2.9% GDP, Ecuador and Peru 2.1% GDP 0.5% GDP), and Bolivia recorded a surplus of 2.0% of GDP. Peru and Ecuador showed a reduction in their deficits compared to those recorded the previous year, the explanation for this behavior is due to higher tax revenues in both countries and higher oil revenues in the case of Ecuador. Regarding Colombia, the fiscal outcome was affected among other factors, the costs of winter emergency affecting that country.
Public Debt, in 2010 the Andean countries tried to reduce their debt levels compared to last year, so that Ecuador reduced its debt to 23.4% of GDP, Peru to 23.9% of GDP, and Bolivia to 39.8% of GDP , while Colombia had a slight increase reaching 44.1% of GDP.''
This brief description of that part of the continent shows commonalities among these countries, as economic growth is expected, high inflation and fiscal deficits that persist, but the interesting thing to note is how they are growing these economies, ie have to see what factors are driving the somatostatin.

For example, it is more advantageous to have a sustainable and dynamic growth explained by the high domestic demand and private investment, which increased public investment, without detracting from the different paths they have followed the Latin American governments, particularly public investment is well regarded (in my opinion) in times of crisis, and thus be able to make countercyclical economic policies, such as those carried out Chile, which has a reserve fund that generates economic boom periods, to cover the periods crisis, and so continue with rates of growth for GDP.

Although the international market can help the region through the purchase of raw materials latos international prices, are these nations that should increase savings and investment to create conditions to develop.

It should take advantage of cycles of prosperity that economic growth is sustainable over time, this requires the public-private partnerships to invest in infrastructure, education and technology.

Source: comunidadandina.org
Signature: frme

La cara económica de la Región Andina

América Latina
''Los expertos de los Ministerios de Economía y Finanzas y Bancos Centrales de los países de la Comunidad Andina afirmaron que las proyecciones económicas para el presente año apuntan a una mayor recuperación económica, con ritmos de crecimiento superiores al 3%.

En la reunión subregional celebrada el 14 y 15 de abril en Lima, en la sede de la Secretaría General de la Comunidad Andina, los expertos estimaron que el crecimiento de las economías andinas en el 2011 se ubicaría entre 3.5% a 7.0% para los Países Miembros de la CAN, y entre el 5.5% y 6.5% para Chile.

“Este dinamismo se presenta en un clima de recuperación de la economía global, pues los países industrializados tendrían un crecimiento de 2.4% en este año de acuerdo al Fondo Monetario Internacional, así como de volatilidad en los mercados financieros internacionales”, explicaron.

A nivel subregional, durante 2010 Perú creció 8.8%, seguida por Colombia con 4.3%, luego Bolivia y Ecuador, con 4.1% y 3.6%, respectivamente, marcando con ello su recuperación después de un año de bajo crecimiento en el 2009 como efecto de los impactos de la crisis internacional.

“El crecimiento en el Perú estuvo asociado a la expansión de la demanda interna (el crecimiento del consumo privado y la recuperación de la inversión privada), en Colombia se debió a la recuperación de la economía mundial (los altos precios de las materias primas que contribuyó al crecimiento de las exportaciones y a los amplios recursos de inversión extranjera directa), en Bolivia la demanda interna registró una incidencia mayor al crecimiento del producto (el comportamiento del consumo privado y el destacable repunte de la inversión tanto pública como privada), y en Ecuador estuvo impulsado por el sector no petrolero y por la inversión en infraestructura pública”, explicaron.

En lo que respecta a la inflación, los países andinos han registrado un incremento con relación a lo ocurrido durante el año 2009. Es así que en el 2010, Bolivia registró una tasa de 7.2%, Ecuador 3.3%, Colombia 3.2% y Perú alrededor del 2.1%, lo cual se debió a la inflación importada (a través del aumento de los precios internacionales de los alimentos y combustibles importados) y a factores internos (shocks de oferta como fenómenos climáticos que afectaron la producción de alimentos), y en el caso de Bolivia a una nivelación transitoria de los precios de los combustibles.

En cuanto al Resultado Fiscal del Sector Público No Financiero (SPNF), en el año 2010 los países andinos registraron déficit (Colombia obtuvo un déficit de 2.9% PIB, Ecuador 2.1% PIB y Perú 0.5% PIB), y Bolivia registró un superávit de 2.0% del PIB. Perú y Ecuador mostraron una reducción de sus déficits comparado a los registrados el año anterior, la explicación de este comportamiento se debió a la mayor recaudación tributaria en ambos países y a los mayores ingresos petroleros en el caso de Ecuador. En cuanto a Colombia, su resultado fiscal se vio afectado entre otros factores por los costos de la emergencia invernal que afectó a ese país.

Sobre la Deuda Pública, en el 2010 los países andinos trataron de reducir sus niveles de endeudamiento en comparación al año anterior, es así que Ecuador redujo su deuda a 23.4% del PIB, Perú a 23.9% del PIB y Bolivia a 39.8% del PIB, mientras que Colombia tuvo un ligero incremento llegando a 44.1% del PIB''.


Esta breve descripción de esa parte del continente muestra factores comunes entre esos países, como el crecimiento económico que se espera, los altos índices de inflación y de déficit fiscal que aún persisten; pero lo interesante que hay que destacar es cómo es que están creciendo estas economías, es decir hay que ver qué factores son los que están impulsando su creciemiento. 


Por ejemplo, es mas ventajoso, sustentable y dinámico tener un crecimiento explicado por la alta demanda interna y la inversión privada, que por un aumento de la inversión pública; sin desmerecer los diferentes caminos que han seguido los gobiernos latinoamericanos, sobre todo la inversión pública es bien vista (en mi concepto) en épocas de crisis, para de esa forma poder realizar políticas económicas contracíclicas, como las que realiza Chile; el cual tiene un fondo de reserva que genera en los períodos de auge económico, para solventar los períodos de crisis, y asi seguir con tasas de crecimeinto de su PIB.

Si bien el mercado internacional puede ayudar a la región a través de la compra de materias primas a latos precios internacionales, son estas naciones las que deben aumentar el ahorro y la inversión para poder generar las condiciones para desarrollarse.

Se deben aprovechar los ciclos de prosperidad para que el crecimiento económico sea sustentable en el tiempo, para ello es necesario la participación público-privada para invertir en: infraestructura, educación y tecnología.
  

Fuente:comunidadandina.org
Firma: frme

El Impuesto a la Tierra

En busca del país productivo
''Según publicó este miércoles el semanario Búsqueda, Mujica tiene resuelto establecer un tributo a las personas físicas o jurídicas dueñas de más 2.000 hectáreas, y lo que se gravará sería la tierra, no la producción.
Luego de una recepción en la Embajada de Argentina en la que se hicieron festejos por el 25 de mayo, el presidente fue consultado por la prensa al respecto. Afirmó que eso es una política del gobierno. Hoy la tierra paga “cuatro dólares por contribución”, dijo. “A los que tienen más de 2.000 hectáreas les queremos decir que tienen que pagar unos pesitos más. Y si tienen 100.000, van a tener que pagar un poquito más", afirmó. “No pongan el grito en el cielo, porque la medida no va a sacudir", reclamó.
Respecto a si hay acuerdo en el Frente Amplio en esta medida respondió: “no sé si hay acuerdo o no hay acuerdo. El presidente no se baja”.
El semanario también publicó que en Uruguay hay 15 empresas que explotan 1,4 millones de hectáreas, lo que equivale a la suma de la superficie agropecuaria de San José, Colonia y Canelones''. 
Una medida que es totalmente acertada con lo que el gobierno busca, que se traduciría en: una mayor regularización del control de la propiedad de las tierras y campos del Uruguay, aquejado por sociedades anónimas que ante la incertidumbre de dónde colocar sus capitales, invierten los mismos en la compra de campos (baratos por el precio del tipo de cambio), pero que dejan los campos fértiles improductivos o stand-by, yendo en el sentido contrario al país productivo que se persigue. En segundo lugar, busca la reducción de la brecha de la alta desigualdad social que se vive hoy día, a pesar del auge económico, (la famosa re-distribución de la riqueza); y en trecer lugar se mejoran las cuentas públicas aumentando las arcas del Estado, aunque creemos que éste es el objetivo menos buscado por el gobierno de turno. 
Fuente: Búsqueda; 180.com.uy
Firma: frme